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[Cannons] Gehenna

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[Cannons] Gehenna

Mensagem por Dimitri K. Mevth em Qua Jan 02, 2013 7:52 pm




Dimitri Kytherves Mevth

imperador ▬ dinastia mevth ▬ necromancer ▬ trinta e quatro anos ▬ henry cavill ▬ ocupado

Não se sabe muito sobre o passado de Dimitri. A única pessoa que o Imperador conhece como família é seu prezado irmão, a única pessoa capaz de fazer o líder de Gehenna demonstrar afeto. Para com qualquer outro ser com quem venha a ter contato, Dimitri se mostra ausente de remorso, arrependimento, compaixão ou empatia.

Dimitri ergueu-se dos confins de Gehenna, e seu passado antes da ascensão é uma grande interrogação. Suspeita-se que a pobreza tenha rondado sua vida nos primeiros anos, mas, ao completar a maioridade, o jovem Mevth se alistou ao exército de seu reino. E foi exatamente essa decisão que forneceu-lhe o poder.

As habilidades de combate do rapaz eram impressionantes, e seu talento o fez subir de patentes rapidamente. Não era nobre ou abastado, mas isso não lhe impediu. Os títulos e patentes militares lhe eram concedidos cada vez mais rápido, e o jovem não media esforços para aperfeiçoar suas técnicas. Em alguns anos, já se encontrava no posto de general. E, assim, ele pôde colocar em prática seu plano.

Já se falava muito à respeito dos grandiosos feitos e atos épicos de Dimitri. Especulava-se quantos tinha assassinado, quais eram os troféus que ele guardava, como ele preferia matar. Tal fama trouxe ao jovem rapaz uma imagem pública, uma figura de respeito que ganhara a atenção do público.

Logo, porém, o jovem sentiu que precisava de mais. Não mais lhe eram suficientes títulos, condecorações e patentes. Precisava de um desafio real, algo que o testasse e comprovasse, de uma vez por todas, sua força e seu poder. Viajou, e por muito tempo ninguém ouvira falar dele.

Ao retornar, trazia consigo um Dragão. As escamas negras, e os olhos de ônix da criatura faziam o sangue gelar e o corpo petrificar-se de medo. Dimitri veio montado, imponente, mudado. Agora, aquele era o seu jogo, e ele definia as regras.

O povo turyan sempre apresentou traços de soberania. Não aceitavam a ideia de serem iguais à outros povos, afinal, eles eram mais fortes e poderosos. Tal pensamento facilitou o plano de Dimitri, de forma que ele conseguiu moldar o pensamento de sua nação. Em um golpe histórico, o jovem Mevth derrubou do poder a inútil e ineficiente dinastia que se mantinha no poder. Ascendeu ao trono, não sob o título de Rei, mas como Imperador. E, usando de sua impecável oratória e de seu recém-conquistado poder provindo do Dragão de Trevas, conseguiu conquistar cada habitante de Gehenna com seus ideais.

Dimitri instaurou o caos. Exércitos colossais eram utilizados em investidas contra outras nações, com o objetivo de subjugá-las e fazê-las perceber a superioridade turyan. Usando de seus estratagemas complexos, foi possível ao Imperador causar desdobramentos singulares à Guerra, lançando reinos uns contra os outros e perturbando seriamente a paz mundial.

Aquela era só uma parte do plano, porém. Seria impossível conquistar toda a Gaia com apenas exércitos, e por isso o Imperador precisava de mais. Precisava de uma forma de fazer ajoelhar-se cada um daqueles que habitavam seu mundo. Demorou pouco para que a notícia da doma do Dragão de Luz corresse por todos os cantos de Gaia.

E aquela notícia inspirou uma ideia.




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Gaspard Kytherves Mevth

conselheiro ▬ dinastia mevth ▬ necromancer ▬ vinte e sete anos ▬ gaspard ulliel ▬ livre

Gaspard nunca teve muito apego à nada. Irmão de Dimitri, o grande Imperador de Gehenna, o jovem rapaz ainda era muito novo quando o irmão se alistou ao exército. Foi o primogênito Mevth que trouxe comida à mesa, em épocas de dificuldade. Infelizmente, os pais não puderam presenciar o sucesso do filho mais velho. Gaspard e Dimitri se tornaram órfãos cedo.

O jovem Mevth sempre teve Dimitri como exemplo, e isso influenciou fortemente em sua escolha de poderes. Dedicando-se à arte da magia negra, Gaspard se tornou um shaman exemplar, e costumava praticar com frequência. Ao contrário do irmão mais velho, não se interessava por exército ou pela guerra. Gaspard lutava pelos seus próprios ideais e, assim que descobriu as capacidades quase ilimitadas que seus poderes lhe forneciam, ele concluiu o que seria seu objetivo para o resto da vida.

O sangue que corre nas veias da dinastia Mevth não é um sangue comum. É um sangue amaldiçoado, tocado pelo deus da escuridão. Por isso, os irmãos acabaram se tornando grandes manipuladores daquela energia obscura, e por este mesmo motivo que o mais novo entre eles desenvolveu uma habilidade singular.

Usando as energias das trevas que lhe eram concedidas, Gaspard conseguia absorver energia mágica de qualquer ser que as possuísse. Animagos, druidas, monges, shamans e até mesmos feiticeiros eram seus alvos, e a absorção começou a se tornar um vício. O poder era seu éter, e agora se tornara sua vida.

Usando do poder político que seu irmão adquirira recentemente, Gaspard passou a investigar sobre as realezas de outros lugares. Encontrou guerreiros poderosos, mestres de arqueirismo e, mais importantes, magos. Em Fargorn, achou druidas. Em Etherya, uma nobreza de magos. Em Hallen, um poderoso clérigo. E sua fome aumentara.

Sua ambição agora não mais se restringia à reles magos de rua. Precisava satisfazer-se com poderosos e renomados canalisadores de magia. Precisava absorver a energia de cada um daqueles membros da nobreza.

E, para tanto, precisava da ajuda do irmão.




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Adrian Nikolaev Koch

general ▬ dinastia koch ▬ paladino ▬ vinte e nove anos ▬ joseph morgan ▬ livre

Adrian nasceu em meio à uma dinastia de guerreiros. Em sua família, todos eram bárbaros ou mestres de espadas, e o jovem não foi diferente. Educado pelo pai desde cedo, aprendeu a manipular qualquer tipo de arma, desde espadas até machados. Devido ao treinamento intenso que perdurou por toda sua infância, Adrian absorveu diversas técnicas e se tornou um perito total na manipulação de armas. Sua moral, por outro lado, não teve o mesmo destino.

Adrian não foi educado para sentir compaixão ou empatia. Não teve infância ou inocência, e por isso matar se tornou um esporte aos olhos do rapaz. Sua fisionomia é forte, seus músculos são bem definidos, e seus olhos expressam o prazer que sente ao guerrear. Não demorou muito para que os líderes militares descobrissem Adrian, que foi incorporado ao exército e se tornou uma máquina de matança. E, com o tempo, o jovem Koch subiu na hierarquia.

Batalhando em diversas ocasiões ao lado de Dimitri, os dois acabaram por se tornar amigos. Adrian tirava vidas inimigas, enquanto Dimitri as ressuscitava e as fazia lutar a seu favor. A parceria entre os dois durou o suficiente para que o rapaz pudesse presenciar a coroação de Dimitri. E, assim, Adrian foi promovido à General, pouco após se tornar paladino.

Atualmente, Adrian age como braço direito do Imperador, efetuando qualquer tipo de missão em que sua presença seja imprescindível ou realizando qualquer tarefa de confiança para o soberano. Após o início da Guerra, todavia, Adrian costuma passar longas temporadas fora de Gehenna. Ninguém sabe ao certo seu destino, mas a suspeita é que tais missões sejam um requerimento especial do Imperador.




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Pandora Lenys Szelsky

general ▬ feiticeira ▬ vinte e cinco anos ▬ evan rachel wood ▬ ocupado

Há muito tempo atrás, Pandora era uma garota comum. Tinha ambições simples, como ter uma boa casa, um marido que gostasse e filhos saudáveis para o futuro. Sua vida parecia caminhar para o rumo que sempre almejara quando conheceu Phillip, um soldado da Gehenna que lhe ofereceu tudo o que sonhara. Namoraram, como era de se esperar, quando dois jovens ficam apaixonados, mas logo depois Phillip teve que partir para outra batalha.

Assim como toda mulher de um verdadeiro guerreiro, a jovem passava os dias orando para que ele voltasse em segurança e bem, mas parece que os Deuses não ouviram suas preces. Phillip voltara ferido, e não havia muito o que os curandeiros pudessem fazer. A morte estava a espreita.

Desesperada, Pandora entrou num mundo completamente diferente do que vivia, caminhando pelos confins de Gehenna para achar alguém que lhe instruisse. A jovem vendeu sua alma para o Deus Akaael, em troca da saúde restabelecida de Phillip. Por dois meses a recuperação de Phillip foi surpreendente, e Pandora passava os dias cuidando do namorado quase se esquecendo da promessa que fizera. Infelizmente, os Deuses não esquecem.

Segundo as regras do acordo, Pandora seria amaldiçoada pelos próximos cinco anos, a sugar a vitalidade de qualquer homem que se aproximasse dela. Desesperada por ter que se afastar de Phillip por tanto tempo, Pandora foi a procura de alguma maneira de se livrar da sua parte do acordo. No entanto, mal suas buscas começaram e Phillip começara a agir estranhamente. Desconfiada de que Akaael tivesse descumprindo sua parte no acordo, e amedrontada que seu amor sucumbisse a sua antiga situação, Pandora aceitou sua parte se tornando uma sucubbus.

Pandora achava que manter distancia de Phillip seria doloroso e complicado, mas a verdade é que o rapaz pouco a procurava depois se recuperou. Demorava para ir vê-la e Pandora nem podia lutar pela atenção do rapaz. Foi quando descobriu que Phillip estava com outra. Ela simplesmente não podia acreditar no que seus olhos viam, inconformada, com raiva de Phillip, Pandora se revoltou contra a raça dos homens, os seduzindo só para sugar a energia deles. Para ela, não havia remorso ou culpa nenhuma em seus atos, afinal para ela os homens não passavam de mentirosos e enganadores.

Quando acabou os cinco anos destinados a sua vida sobrenatural, Pandora não podia simplesmente voltar para casa e viver sua vida como era antes. Não era mais a mesma garota com sonhos simples. Por isso, fez um novo trato com o Deus das trevas, dando a ela seu poder de matar os homens, desde que qualquer um com quem já tivesse mantido no passado contato a esquecesse para sempre. Akaael aceitou o novo trato, mas exigiu que a jovem auxiliasse Dimitri, o domador do Dragão das Trevas. Pandora não questionou o porque isso era importante, apenas acatou se tornando general de Gehenna, atuando em um lugar aonde os soldados não podiam guerrear. Com os homens de poder, aonde as verdadeiras guerras eram travadas.




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