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[Cannons] Etherya

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[Cannons] Etherya

Mensagem por Aahron N. Golwenvaethor em Seg Dez 31, 2012 3:06 am




James Källin Albion

rei ▬ dinastia albion ▬ feiticeiro & caçador ▬ vinte e cinco anos ▬ ian somerhalder ▬ ocupado

O passado de James foi marcado pela ausência de privilégios aos quais um membro da corte tem o direito. Filho bastardo de Samuel, o amado e aclamado Rei de Etherya, James nunca foi verdadeiramente um herdeiro ao trono. Sua mãe, filha de um mercador, morreu ao dar a luz, e por isso o Rei criou a criança em meio à nobreza.

Desde pequeno o rapaz sofreu com as consequências de algo cuja culpa não era sua. Toda a realeza de Etherya o via com olhos de desprezo, exceto por seu pai, que acabara desenvolvendo laços fortes de afetividade com o filho. Todavia, Samuel passava meses viajando em campanhas militares, e por isso pouco via James. A rainha e madrasta, Elizabeth Scotten Albion, não dedicada esforço algum à mascarar sua raiva por James e pela traição que o menino representava, e por isso o neglicenciava sem pena. As criadas da realeza foram as verdadeiras mães de James, principalmente Clémence, uma jovem que dedicava boa parte de seu tempo à cuidar do rapaz.

Quando James se aproximava de completar seus quatro anos, veio ao mundo um filho de Samuel e Elizabeth, batizado de William. O menino, assim que entrou em cena, roubou todos os holofotes e realizou o maior sonho da rainha: ofuscou completamente a existência de James. O primogênito do rei, abandonado pela realeza, encontrou na educação uma forma de fugir dos problemas, e por isso iniciou seus treinamentos ainda cedo. Evitando o ócio e as brincadeiras comuns de garotos da sua idade, James começou a treinar arqueirismo com o professor do castelo, arte que se tornou sua preferida em pouco tempo. O garoto passava horas na oficina, observando a manufatura de flechas, arcos e cordas. A cautela e a maestria nos movimentos dos arqueiros lhe hipnotizava, e tal sentimento, com o tempo, acabou por se tornar uma paixão incondicional.

Ao mesmo tempo em que aprendia a atirar flechas, o menino teve aulas de diversas disciplinas inerentes à um membro da corte. Aprendeu a cavalgar, ler e escrever, além de auto-defesa. Como todos os membros da dinastia Albion, James aprendeu magia desde cedo, mas apenas o fez sob o pedido de Samuel. Não via motivo para utilizar magia se poderia facilmente finalizar um combate usando suas flechas. Mesmo não apreciando as artes mágicas, o rapaz se tornou um feiticeiro de classe alta, dominando técnicas singulares e fenomenais. "A magia está no sangue de um Albion", repetia Samuel.

Ao atingir a idade adulta, James decidiu viajar. O menino apresentava tal ideia ao pai desde cedo, e ansiava por descobrir o mundo e aprender mais sobre tudo. Partiu cedo numa manhã fria, levando consigo apenas as roupas do corpo e seu arco de carvalho, pintado de negro e com uma única listra azul-real. Nas costas, levava um capuz e uma aljava mágica, encantada de forma que portasse infinitas flechas. E, durante muito tempo, nada se ouviu falar a respeito de James.

Após sete anos, numa manhã de outono, o rapaz retornou à Mollvren. Já era um homem feito, e seus olhos expressavam todas as experiências pelas quais passara em sua ausência. Ganhara algumas cicatrizes no processo, mas jamais abrira a boca para falar sobre nada do que havia acontecido. Assim que chegou, James encontrou o pai em seu leito de morte. Fortemente atingido por uma doença severa, que arrastou diversos Wäzurys do Leste - incluindo Clémence - para a morte e que mais tarde fora chamada de Febre Vermelha, o Rei Samuel piorava à cada dia. O vigor e a força que o dominavam outrora, haviam se extinguido, assim como o brilho dos olhos. James não conversou muito com o pai, que era vigiado de perto por Elizabeth, mas pôde sentir que o soberano guardava um segredo, algo que abalaria fortemente muitas pessoas.

Durante a doença de Samuel, o pobre Rei não pôde fazer muito. Um conselho foi convocado especialmente para tomar medidas administrativas, mas nada se pode fazer. Sabendo do estado do Rei, ropas turyanas, que haviam comprado sua passagem na mão dos reis humanos para que pudessem instalar-se na fronteira com Hallen, começaram a efetuar ataques fortes à fronteira, impedindo o comércio e sitiando o local. Houve um período de escassez, e o inverno chegava, trazendo fome e desolação ao povo.

Um ciclo lunar após o retorno de seu primogênito, Samuel veio à falecer. Elizabeth não derrubou uma lágrima, e William parecia mais se importar com a promessa de trono do que com a morte do pai. James, por sua vez, conteve-se para não definhar de tristeza. O pai fora, por muito tempo, seu único suporte, a única pessoa em quem confia, seu grande exemplo. Agora, não havia mais ninguém.

Era uma manhã de inverno, e uma tempestade de neve açoitava as paredes do saguão principal do castelo. O velório de Samuel se decorria, sob os olhares de todos os membros da nobreza de Etherya. O testamento, um pedaço de pergaminho velho e empoeirado, teve o lacre quebrado e foi desenrolado sobre uma mesa por Therón, o Conselheiro do Rei. A revelação veio como um tiro, acertando em cheio Elizabeth e William; James, segundo a ordem no pergaminho, deveria ser o sucessor de Samuel e ascender ao trono.

James hesitou inicialmente, mas acatou a oferta ao trono com o objetivo de restaurar a época de prosperidade pela qual Etherya passara sob o governo de Samuel. Sua condecoração foi uma cerimônia de emergência, e, assim que os poderes Reais lhe foram entregues, James fez tratados com os elfos, contratando druidas para elaborar poções que viessem a extinguir a Febre Vermelha. Em uma negociação história, permitiu o acesso humano à Cordilheira de Higon, onde estes passaram a extrair minerais valiosos. Em troca, Etherya recebia toneladas de comida, que não podia ser produzida largamente no clima frio que assolava aquela terra.

Além dos milagres comerciais ocorridos durante o reinado de James, houveram diversas batalhas consagradas que serviram para reafirmar Etherya como uma grande nação. O Rei, assim como o pai, liderava suas campanhas militares, criando estratégias militares arrasadoras e massacrando exércitos inimigos em diversas ocasiões. Após duas empreitadas, os exércitos etheryanos conseguiram expulsar de vez os Turyans que rondavam a fronteira, e as tropas reconquistaram sua moral.

James se firmou como Rei, mantendo a ordem em Etherya e ganhando, assim, o respeito da nobreza Albion. Seu grande coração e ausência de medo em sangue o fizeram um grande herói, e a personalidade forte, que o acompanhava desde a infância, foi reconhecida, enfim. Em vários aspectos ele lembrava o pai, e por isso o povo o respeitava e via nele um grande soberano.

A Era de Ouro havia recaído sobre Etherya.




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William Scotten Albion

herdeiro ▬ dinastia albion ▬ shaman ▬ vinte anos ▬ alex pettyfer ▬ livre

Um casamento de fachada, uma criança assustada e um trono prometido. William nasceu em meio à nobreza, e foi aceito pelos membros da casa Albion como herdeiro legítimo ao torno de Etherya. Sua mãe, Elizabeth, dedicava todo o seu tempo à promover seu jovem filho, mas o orgulho dela se restringia ao direito ao trono. Will era apenas uma peça de poder nas mãos da mãe. O pai, sempre ausente em suas campanhas militares, jamais estabeleceu laços afetivos com seu segundo filho, preferindo sempre o bastardo James. William foi criado pelas serviçais do castelo, sendo útil apenas quando visitas reais eram feitas.

Por não receber os cuidados necessários, William acabou desenvolvendo uma certa carência. Via em James um adversário, alguém com quem disputava a atenção do pai e da família. O herdeiro ao trono então passou a seguir os passos do meio-irmão, treinando desde cedo as artes mágicas. Guth, o professor de magia do castelo, passava boa parte do tempo ensinando técnicas à William que, com extrema dificuldade, as aprendia. James, por outro lado, tinha uma facilidade imensa para aprender e, mesmo não gostando de feitiçaria, se esforçava e aprendia diversos novos poderes. Will, irritado, roubou um dos livros do professor e se dedicou à lê-lo, buscando superar seu irmão mais velho. Grande erro.

As páginas foram abertas e palavras foram murmuradas, enquanto o menino de sete anos tentava identificar o que fazia. O livro era um manual shaman, e as palavras proferidas acabaram por trazer à tona diversos espíritos, entidades fantasmas que gemiam e agitavam-se no quarto do garoto, enchendo sua mente de lamúrias e de imagens tenebrosas. Will fechou o livro de uma vez, e o ato fez com que as entidades se dissipassem. Engolindo em seco, o menino guardou o livro consigo, e passou os anos seguintes estudando-o e absorvendo cada vez informações e descobrindo novos poderes.

Will cresceu e se tornou um rapaz esbelto, atraente e poderoso. Por fora, esbanjava segurança e confiança, mas por dentro era carente, e sentia falta do amor e do carinho que pais devem dar aos filhos. Conquistara muitas mulheres e apaixonara muitas meretrizes, buscando aproveitar o tempo que lhe restara antes de ascender ao trono. Coisa que, infelizmente para Will e sua mãe, não veio a acontecer.

O choque de ser preterido pelo pai, que, por meio de um maldito testamento, havia posto o bastardo em seu lugar, esfriou o coração de William e fez com que o rapaz jurasse vingança. Como o pai poderia preferir o filho de outra mulher que não sua mãe? Porque o tão honrado Rei de Etherya não teve a coragem de anunciar sua decisão em vida? Will derramou lágrimas de amargura, sentimento que compartilhava com a mãe. Elizabeth grunhiu, retirando-se do velório de seu finado marido em passos firmes e revoltados. William seguiu a mãe, e o escândalo real já estava feito.

James assumiu o trono que não era nem de seu direito nem de seu desejo, e governou um reino que não era seu. Elizabeth ainda era Rainha. James não se casara e não fora prometido à ninguém, o que dava margem para que Will tivesse esperanças. Estava prometido à Emily, filha do conde da dinastia Raven, e se tal matrimônio fosse efetivado, haveria chances das duas dinastias se unirem. Agora, só faltava um casamento e um plano para que Will conquistasse seu tão merecido trono.




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Elizabeth Scotten Albion

rainha ▬ dinastia scotten ▬ feiticeira ▬ quarenta e sete anos ▬ charlize theron ▬ livre

A dinastia Scotten entrava em decadência. Ao contrário dos outros nobres, os Scotten não possuíam um tostão sequer, e não tinham como pagar por grandes luxos, jóias ou castelos. Foi então que Joseph, Rei de Etherya e grande amigo de Gregory, líder da dinastia Scotten e pai de Elizabeth, propôs um casamento entre a jovem recém-nascida e Samuel, o príncipe dos wäzurys. E, após alguns anos, o casamento aconteceu.

Elizabeth sempre se mostrou satisfeita com a união, uma vez que ela representava maior poder e notoriedade para sua família. O mesmo, todavia, não aconteceu com Samuel. O Rei desenvolvia uma paixão de anos por Samantha, uma camponesa filha de mercadores, com quem teve um filho. A jovem morreu ao dar a luz, e o bastardo, batizado de James, foi criado em meio à nobreza.

A Rainha detestou James desde o primeiro minuto. Aquela criança era símbolo da traição, da insatisfação e da infelicidade do marido, e por pouco ela não tirou-lhe a vida. Aturou-o por anos, neglicenciando-o, até que por fim concebeu um filho próprio, de linhagem decente. O segundo filho de Samuel foi batizado de William, e, por direito, herdaria o trono.

Viagens eram feitas com o objetivo de apresentar o garoto à todos os nobres do reino e do mundo. Elizabeth se orgulhava do filho e amava-o, mas lhe faltava carinho e maternidade. Deixou a criação de William à cardo das serviçais do castelo, e se atarefava com outras atividades que não o filho.

Ela observou o filho crescendo, se tornando um rapaz esbelto e confiante. Um verdadeiro príncipe! Orgulhosa, a Rainha apenas aguardava o dia em que o filho pudesse subir ao trono. Coisa que não veio à acontecer.

Depois de ler e reler o testamento diversas vezes, Elizabeth sentiu a raiva crescendo em seu coração. Como poderia aquele crápula negar o trono ao seu filho? William, sim, tinha sangue azul, e não era um reles bastardo! Revoltada e irritada, Elizabeth mascarou suas emoções para continuar vivendo no castelo, sob os luxos da nobreza. Em sua mente, todavia, ela nunca deixou de lado o sonho de ver o filho ser coroado. E ela perseguiria tal sonho, custe o que custasse.




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Emily Windfall Raven

nobre ▬ dinastia raven ▬ animaga ▬ vinte e dois anos ▬ amanda seyfried ▬ ocupada

Irmã gêmea de Harry e filha de Lauren e Thomas, duques de Hugont e membros da renomada dinastia de Raven, Emily sempre mostrou ser uma menina de bem. Doce, meiga e agradável, a menina gostava de passar suas tardes no jardim real, brincando com os animais que povoavam aquele cenário. Os pais, curiosos com o interesse da filha, acabaram por criar coelhos, cachorros, cavalos, pássaros, e diversos tipos de animais ali, despertando cada vez mais o interesse da garota. Tal habilidade para com animais acabou por se tornar uma paixão, e Emily se tornou animaga com o tempo.

Lauren e Elizabeth eram grandes amigas, e por isso as duas decidiram unir suas linhagens. Prometeram Emily e William ao matrimônio, e as crianças cresceram em uma convivência forçada. O máximo que faziam era trocar poucas palavras e brincar juntos, mas nada cresceu daquela convivência. Will, em sua juventude, preferia envolver-se com diversas garotas, o que acabou por afastar Emily.

A garota, em suas eventuais visitas à casa Albion, preferia passar o tempo conversando com James. Deleitava-se em observá-lo manejando o arco, coisa que persistiu até a adolescência dos dois. Envolveram-se, marcando encontros noturnos toda vez que um dos dois visitava a cidade do outro. Não podiam, todavia, apaixonar-se ou assumir qualquer tipo de compromisso. Emily era a prometida de William, e James não poderia trair o irmão daquele jeito.

O tempo se passou e Emily cresceu, amadurecendo e vivendo sua vida, sempre bem amável. Ao contrário da irmã, Harry crescera para se tornar um rapaz ganancioso, sedutor, mimado. A personalidade dos dois, mesmo com tantas diferenças, não afetou em seu relacionamento. Os gêmeos ainda mantém uma relação amorosa e feliz, e se ajudam em seus problemas.




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Harry Windfall Raven

nobre ▬ dinastia raven ▬ guerreiro ▬ vinte e dois anos ▬ chace crawford ▬ ocupado

Irmão gêmeo de Emily, Harry desenvolveu uma personalidade completamente diferente da irmã. Desde criança, descobria todos os artifícios necessários para conseguir o que queria, e isso acabou por torná-lo um nobre mimado e temperamental. O sorriso sedutor e o charme esbanjado servem apenas para mascarar sua irritabilidade e sua ambição, coisa que faz com maestria.

O futuro duque de Hugont cresceu para se tornar um guerreiro hábil, mestre no manejo de duas espadas ao mesmo tempo. A habilidade, rara entre guerreiros, lhe permitiu subir de patente militar rapidamente, e logo o jovem nobre estava no comando dos exércitos da região sul de Etherya. Tal comando permitiu-lhe dominar um poder extremo, uma vez que boa parte dos exércitos de Etherya estavam concentrados ali, ao sul, área de fronteira com outros reinos.

Harry sempre almejou o poder. Quanto maior era sua patente militar, melhor ele se sentia. Logo, tal ambição se tornou uma sede, e ele ansiava pelo poder máximo que poderia ser-lhe concedido. O trono se tornou seu maior sonho, mas os Albion permaneciam estáveis no poder. A esperança não morrera, todavia, pois logo as duas dinastias se uniriam com o casamento da sua irmã.

Ainda haviam dois nobres na disputa. E Harry, como todo bom guerreiro, adorava uma disputa.




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Caesar Lumus Branford

centauro ▬ trezentos anos ▬ michael fassbender ▬ ocupado

O passado de Caesar é um enigma. Apenas se sabe que, quando criança, o jovem centauro foi achado nos arredores de Wivern por criados do Rei Bathiel, que governou muitas gerações antes de James. Os empregados logo trouxeram a criança até os braços do monarca. Com um sorriso largo, o jovem Rei optou por adotá-lo, e batizou-o de Caesar.

Caesar cresceu no castelo, observando o trono passar de rei para rei. Ao completar cinquenta anos, o jovem e vigoroso centauro partiu numa viagem de descobrimento, ansioso por conhecer suas origens. Mergulhou em Numia, e ali viveu por mais de 50 anos.

Após décadas, Caesar voltou, agora adulto e experiente. Seus conselhos se tornaram muito valiosos para a casa Albion, e ele logo passou a conviver com os nobres de Etherya. Todavia, sua casa verdadeira era Numia, e o famoso centauro apenas comparecia quando era convidado. Foi ele quem guiou Samuel durante a infância, e fez o mesmo com James. Caesar sempre foi um grande amigo dos dois, e esse elo quase fraternal é extremamente forte.

Atualmente, Caesar vive o dilema de ver sua floresta dividida em opiniões, onde cada indivíduo discute se deveriam ou não entrar na guerra. O fato é que tudo o que o centauro busca é a paz.

Caesar afirma que seu dom empático é a grande fonte de sua sabedoria e de seus conselhos.





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