Tempo

Dia: 20

Mês: Agosto

Ano: 1706

Clima: Claro / Lua Cheia

Temperatura: 31º - 14º

Previsão: Mar agitado.

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[RP] The Fountain

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[RP] The Fountain

Mensagem por Peter W. Hunt em Sab Jan 19, 2013 1:07 am



RP #001

Esta é uma RP fechada, que acontece em Mohag, nos arredores do mercado principal, no dia vinte e dois de agosto de 1706, por volta das cinco horas da tarde.

Peter, um jovem monge elfo, visita os territórios aliados de Etherya em busca de itens para suas viagens, e aventuras. Todavia, Mohag pode ser um lugar perigoso, e isso se agrava quando há forasteiros no meio; assaltos são bem comuns naquela área, e ladinos se fartam pelos mercados. Uma jovem ladina anseia por fartura e vê tal opção num ingênuo viajante, mas aquele assalto parece estar destinado a ser muito mais do que os dois podem imaginar.
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Re: [RP] The Fountain

Mensagem por Peter W. Hunt em Sab Jan 19, 2013 1:50 am


The Fountain


Post #001 ♦ Unknown ♦ Mohag

Um sorriso cortou minha face enquanto eu observava aquele lugar. Mohag era quente, viva. As pessoas dali pareciam pouco preocupadas com o mundo fora daqueles metros quadrados que compunham o Mercado Principal. Todos ali eram agitados, pulsantes, desejando vender e comprar e movimentando a economia de Etherya. Aquela cidade era um ápice de vigor, e aquela sensação despertava em mim o sentido tão desejado de aventura.

Eu precisava conhecer o mundo, e Fargorn soava muito familiar. Meu anseio era desbravar terras longínquas e conhecer pessoas novas. Aqueles fantásticos seres alados que poucas vezes exibiam as asas eram, de fato, algo a se recordar. Levava um pequeno caderno à mão, e ali anotava e desenhava as coisas que via enquanto andava, vez ou outra parando e sentando numa calçada solitária para dar vida ao papel e despejar ali imagens e textos sobre a vida agitada das grandes cidades.

Passei os dedos sobre as folhas amarelas do caderno de capa preta, enquanto guardava a pequena pena automática com a qual escrevia no bolso. Aquelas páginas haviam sido presente de minha mãe, e era impossível não lembrar dela ao tocar os livros. Samantha sempre adorara aventuras, mas nunca saíra de casa por algum motivo. Nunca soube qual era este, mas a sede de vivacidade embargava a voz doce daquela veela, e talvez fosse esse o motivo do meu sentimento mútuo. Suspirei, a memória trazendo sentimentos de saudades e tristeza.

Após algum tempo circulando o Mercado, percebi que o sol começava a se deitar. Devido ao inverno, os dias e noites em Etherya eram confusos, e por isso às quatro horas o sol começava a se pôr, e apenas sumia às sete. Resolvi me apressar. Eu precisava comprar mantimentos, mas a movimentação no mercado havia me distraído. Devido à guerra, Hallen havia reduzido a quantidade de alimentos enviados à Etherya, e por isso os mantimentos se tornaram mais caros e escassos. Tive de circular por uma meia hora até achar uma barraca que vendesse alimentos à um preço racional, e ali comprei algumas frutas e cereais que pudessem ser mantidos dentro do saco improvisado que eu levava às costas. Deixei algumas moedas no balcão antes de sorrir para o vendedor e me afastar, caminhando de volta o caminho que eu havia percorrido.

Observando de outro ângulo, pude notar como o mercado se estruturava. Havia uma grande quadra, onde barracas se espalhavam aleatoriamente, e ao redor da quadra passava uma rua, estreita, onde transitavam pedestres e carroças. A rua era originalmente larga, mas a superlotação de barracas nas margens havia estreitado-a. Do outro lado da rua, oposto à quadra, havia uma praia breve, e então o mar brandia suas ondas, atingindo a areia em movimentos calmos e sedutores.

Eu estava nessa pequena via de terra, entre o comércio e o mar. À minha frente, muros de prédios e terrenos abandonavam se erguiam, formando becos e vielas finos e sujos. Alguns vultos transitavam por ali, e eu diminuí o passo ao atravessar aquela área, curioso, observando à fundo a penumbra que se lançava sobre aqueles caminhos tortuosos por entre prédios.

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Re: [RP] The Fountain

Mensagem por Agatha B. Diggory em Sab Jan 19, 2013 9:52 pm

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Mohag ◆ 22 de Agosto

Eu sentia falta do sol. Sentia falta do calor tocando minha pele, sentia falta de como os dias ficavam mais bonitos enquanto os raios dourados de sol tocavam tudo o que via pela frente. Gostava não só da presença do sol mas também como a alegria das pessoas pareciam ser triplicada diante de um dia ensolarado, da agitação no mercado, do mar agitado e fértil... Suspirei olhando, com os lábios curvados em uma linha triste, o tempo cinzento e o sol fraco, desprovido de qualquer calor se pondo.
Acho que o que e mais gostava no sol é que com a alegria das pessoas, a fertilidade dos produtos, e uma distração visual tornava o meu trabalho bem mais fácil. O tempo nublado deixavam as pessoas apressadas, sisudas, frias e bem menos abertas a uma conversa com uma estranha, fazendo com que no fim do dia eu passasse sérios problemas monetários.
Conseguia roubar algumas moedas de pouco valor, e algumas mercadorias de pouca qualidade no meu melhor dia de sorte, o que durava mais ou menos quatro dias de mantimentos se eu racionasse os gastos ao máximo. Nos dias de maré baixa (como eu gostava de chamar os dias em que eu não tinha tanta sorte) eu tinha de me contentar com apenas alguns pães e torcer para que algum turista desavisado passasse por Mohag.. O que não acontecia frequentemente.
Encostei os ombros na quina de um prédio antigo, olhando o mercado agitado, notando a entrada e saída absurda de pessoas, e dado a guerra, o semlante de todas elas pareciam péssimo. Se fosse um consumidor a queixa era única e geral: O absurdo dos preços dos produtos.
Venhamos e convenhamos, ninguém que morasse aos arredores de Mohag tinha condição de se manter com muitos luxos nas épocas de cheia, e a situação beirava a desesperadora quando os preços dobravam.... Ou melhor, triplicavam a cada dia. Mas se você fosse um comerciante a queixa do dia era a falta de compradores, e o tremendo prejuízo que a cada dia ficava maior.
A vida não estava fácil para ninguém e eu já começava a aceitar que naquela noite eu teria uma maré baixa... Muito baixa.
Foi quando um vulto atrás de mim, me chamou a atenção. O prédio que eu me encostará era paralelo a um outro, deixando uma fenda de aproximadamente cinco metros entre as construções, formando uma viela pouco movimentada, mas bastante usada por quem conhecia o grande mercado como a palpa da mão. Virei o rosto, procurando por alguém, mas não avistei nada, a não ser algumas caixas de madeira vazias acumuladas em um canto do beco.
Quando virei o rosto, Brian estava bem na frente, fazendo meu corpo saltar de susto. Ele gargalhou fortemente da minha reação, me deixando furiosa por alguns segundos. – Brian, seu idiota! Você não tem nada melhor para fazer do que pregar susto nas pessoas? – Esbravejei irritada, sintoma que duraria alguns minutos devido ao susto, mas que logo passaria, afinal ficar brigada com Brian me exigia demais, e sempre fazíamos as pazes.
- Tenho.. Mas ainda sim é divertido.. – Ele gargalhou ainda mais expondo aqueles dentes brancos perfeitamente alinhados, contrastando com os cabelos ruivos cacheados e os olhos verdes como esmeralda. O encarei, fuzilando-o com os olhos enquanto ele ria de mim, e logo se esgueirava no prédio atrás de mim, apoiando-se com os cotovelos na parede. Por ser quase vinte centímetros mais alto que eu, minha figura pequena não atrapalhava em nada seu campo de visão. – E então, muita fartura hoje, Diggory? – Perguntou ele, fazendo seu sotaque esquisito soar forte em meus ouvidos.
Brian era como meu irmão, quando Moira morreu e eu comecei a roubar dos mais ricos para ajudar os menos afortunados ( no caso, eu mesma ), eu conheci algumas crianças que também passavam necessidades, e como boas crianças desamparadas nos unimos para não morrermos de fome. Brian era mais velho que nós três anos, e tinha dedos leves e rápidos como ninguém, era insolente e cheio de si, e sempre com uma boa história para contar fazendo com que todos rissem. Quando decidi seguir carreira solo, Brian foi o único que eu fiz questão de manter por perto.
Estalei a língua, e então cruzei os braços. – 7 Zânios e um esquilo... – Contabilizei distraidamente, os olhos ainda presos na multidão. Suspirei, sentindo a angustia daquilo me fazer estremecer. – Não vai durar nem até amanhã... – Mordi os lábios. Eu não precisava olhar para saber que Brian estava me olhando da sua visão panorâmica, arqueando as sobrancelhas como sempre fazia.
Ele bufou, forçando um riso divertido, nunca deixando o pessimismo vencer. – Você só esta nessa porque é mole, Diggory! – Acusou ele rindo, e apesar de ser uma piada, não pude deixar de me sentir ofendida.
- Eu? – Respondi encredula, pensando nas palavras dele enquanto me rosto formava uma mascara de descrença. – O que você quer dizer com isso? – Perguntei, olhando uma senhora que passava carregando duas crianças pelos braços, como se fossem sacos de batata.
- Que se você fosse corajosa, estaria tão rica quanto George Mason! – George Mason era um comerciante que vendia doces, e bolos confeitados. Coisas bonitas demais para uma garota de Mohag como eu, mas quando crianças, eu e Brian sonhávamos em ter a loja do Sr. Mason.
- Você esta dizendo que eu não sou corajosa o suficiente? – Perguntei, girando em calcanhares, o acusando com os olhos.
- Sim.. – Ele inclino a cabeça para baixo, como se falasse com uma criança. – Você é uma garotinha indefesa e não seria capaz de roubar alguém nem que ela te pedisse! – Ele me provocava, me deixando vermelha de raiva.
- Não sou garotinha!! – Esbravejei, desferindo um tapa no ombro de Brian.
- Então prove! –Sorriu ele, cheio de malicia e maldade, me fazendo bufar de tão irritada. Ele podia até ser bonito na maneira dele, mas quando ele agia assim, minha vontade era de encher a cara sardenta dele de tapas.
- Você acha que é fácil assim?? – Bufei, colocando as mãos na cintura inquisidoramente. – Já me custou o dia inteiro para conseguir 7 moedas! – Reclamei, o olhando firmente nos olhos, mesmo que nossa altura me deixasse em desvantagem.
- Mais uma prova de que você é mole e covarde! – Riu ele, como se me ver com as mãos na cintura brava e irritada tivesse o mesmo efeito que olhar um coelho fofinho. – O mercado esta agitado, cheio de pessoas querendo ser roubadas... Você está decepcionando todas elas, Diggory! – Disse ele em um tom condolente que me irritou ainda mais.
- Ah, é mesmo? – Perguntei sarcástica, maneando a cabeça levemente para o lado, voltando a cruzar os braços.
- Sim, e vou te provar. – Ele disse sério, olhando fixamente para um ponto no mercado que só ele conseguia enxergar, devido a seus 1,98 de altura. Suspirei, tentando seguir o olhar dele, sem conseguir devido a grande movimentação de pessoas no mercado. O fluxo diminuiu e eu pude ver a figura de um menino de cabelos claros, sentado na calçada, desenhando em um caderno bonito de folhas amareladas.
Claramente não era de Mohag, e o conheceria se fosse da cidade, e suas ações praticamente gritavam “turista” em letras garrafais. Além disso, sua aparência delicada, feições finas e beleza descomunal se destacava facilmente, como um ponto branco em mar escuro.
Demorei alguns segundos olhando o rapaz, e então encarei Brian, focalizando meus olhos nos dele, enquanto eu praticamente podia ouvir as ideias dele se formando. Suspire novamente, e então me virei novamente, me preparando para a “caça”. – Se eu não te amasse tanto, juro que te odiaria! – Disse entre dentes, o que seria o mais próximo de dar o braço a torcer que ele conseguiria. E funcionou, porque fez Brian gargalhar sonoramente.
- Vou tomar isso como um “obrigada”! – Disse ele e então voltou a se esgueirar pelas vielas, enquanto eu me misturava com a multidão, seguindo o cara loiro discretamente.

O garoto tinha sorte, afinal com tantas e tantas ações demonstrando que não era do lugar ele poderia estar sendo assaltado por dez iguais a mim e ao Brian. Mas pelo visto, não foi apenas da minha vista que ele havia escapado.
O segui, e enquanto ele parava para perguntar preços de comida nas barracas, aonde tinha mais gente, e aproveitava para esbarrar nele “sem querer”, deixando meus dedos rápidos irem até o caderno que a pouco eu havia visto usar. Me afastei alguns metros, o suficiente para não ser vista e continuar de olho nele ao mesmo tempo. Esperei que ele fizesse suas compras perto da barraca do fim do mercado que era a barraca das maçã. Roubei uma com facilidade, mas logo percebi que meu alvo saia do mercado, andando pela cidade distraidamente.
Com a maçã na mão, corri ao encalço dele, o alcançando justo quando ele bisbilhotava vielas e becos sem fim que populavam Mohag aos montes. – Hey, Espera! - Gritei para ele, correndo uma curta distancia até ficar ao lado dele, fingido ter corrido um longo caminho. Arfei uma vez, puxando o ar, fingindo estar sem folego. – Acho que você deixo cair isso lá dentro! – Digo, puxando o caderno dele que estava preso em minha cintura pelo espartilho.
Sorri simpaticamente e com muita doçura para o rapaz, percebendo que ele era ainda mais bonito de perto. Fiquei sem fala por um segundo, e então joguei a maçã extremamente vermelha, de uma mão para a outra como se fizesse malabares. – Hmm.. Sei que vai parecer indiscrição, mas você é da cidade? – Perguntei simpaticamente, e genuinamente curiosa, sorrindo largamente em seguida.
De repente, como se eu fosse atingida por uma ideia súbita, eu toquei os dedos em minha testa, balançando a cabeça negativamente. – Ora.. Onde estão meus modos? – Rio, falando tão rapidamente, emendando uma fala na outra, que eu corria a chance de soar quase maluca. - Sou Agatha... Agatha Diggory! – Sorri mais uma vez, o olhando com doçura.

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Re: [RP] The Fountain

Mensagem por Peter W. Hunt em Dom Jan 20, 2013 8:48 pm


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Post #002 ♦ Agatha B. Diggory ♦ Mohag

A ingenuidade é algo perigoso. É imprescindível à segurança humana que se hajam suspeitas, desconfianças, formas de se assegurar se uma pessoa tem boas intenções ou não. Infelizmente, devido à minha falta de contato com o mundo externo e minha experiência social ínfima, a ingenuidade era uma de minhas principais características.

Como desconfiar de uma garota tão bonita? Ela era um pouco mais baixa do que eu, mas parecia que sua beleza se concentrava ainda na breve área que seu corpo ocupava no espaço. Os olhos e as feições eram finas e delicadas, mas ela aparentava não ter muito. Suas roupas e condições físicas, sob um olhar atento, denunciavam sua falta de recursos, coisa que deveria ser bem comum numa cidade como aquela. Todavia, os gestos e maneiras eram educados e gentis, mas não de uma forma comum de se tratar um estranho. Ela era gentil demais, e qualquer outro teria ficado surpreso. Mas não eu.

Primeiro porque eu era ingênuo, e não tinha como saber que haviam pessoas mal intencionadas no mundo. Não que ela fosse mal intencionada, pelo contrário, ela parecia muito simpática, mas eu não possuía nenhum tipo de desconfiança para com estranhos, e jamais seria capaz de suspeitar dos modos dela. Segundo porque eu simplesmente não conseguia pensar quando falava com uma garota bonita.

- Acho que você deixou cair isso lá dentro! - Ela disse, a voz simpática atingindo meus ouvidos e, como mágica, desativando minhas habilidades sociais. Me estendendo o caderno que minha mãe me dera, ela sorriu, e tudo o que eu consegui fazer foi balbuciar um simples obrigado, enquanto segurava a capa preta e colocava-a na mochila. Ela me olhou por algum tempo. - Hmm... Sei que vai parecer indiscrição, mas você é da cidade? - Perguntou ela, queimando minha alma com aqueles belos olhos que me fitavam, e aqueles lábios formosos que sorriam para mim.

- N-não... - Murmuro, após alguns instantes, os dedos indo até os cabelos da nuca. - Sou de Fargorn. - Digo, o sotaque élfico ficando evidente enquanto eu falava.

Ela se apresentou como Agatha e sorriu com doçura, enquanto tudo o que eu pude fazer foi erguer os lábios numa expressão similar à um sorriso. Fiz um gesto, convidando-a a andar comigo. Talvez se eu me distraísse com a caminhada, eu pudesse agir mais normalmente.

- Eu me chamo Peter. - Digo, colocando as mãos nos bolsos da calça larga, os olhos fitando no chão aos meus pés enquanto andava lentamente. Pensei em puxar algum assunto, afinal ela era linda, e eu realmente queria conhecê-la melhor. Poderia ter chamado-lhe para ir até a pequena praia depois do mercado, ou oferecido alguma fruta recém-comprada, ou mesmo dito o que eu fazia por ali, mas não consegui pensar em nada disso. Apenas calculei que comentar sobre o clima não cairia bem, então me limitei a ficar calado, rezando para que ela dissesse alguma coisa.

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Re: [RP] The Fountain

Mensagem por Agatha B. Diggory em Seg Jan 21, 2013 10:14 pm

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Mohag ◆ 22 de Agosto
Quando as palavras “Fargorn” saíram dos lábios dele, o universo pareceu se alinhar. Ali estava uma coisa que fazia sentido. Os modos gentis, sem ligar por falar com uma garota pobre, tímido e nada desconfiado com minha abordagem. Ele claramente era ingênuo o suficiente para não se perguntar o porque e viera falar com ele, e sua educação - provavelmente de qualidade – o obrigava a ser gentil comigo de volta. Eu quase sentia pena dele, afinal eu seria quem mostraria para ele que o mundo não era uma pagina cor de rosa dos livros élficos. Quase. Porque infelizmente, o mundo dele não era o meu.
- Fargorn? - Repeti dando uma risada leve e entusiasmada, o olhando como se ele tivesse acabado de se tornar brilhante, ou roxo, ou ter 4 cabeças. – Nunca conheci um elfo antes! – Sorri largamente, e então me coloquei no lado dele, começando a caminhada animadamente ao seu lado, percebendo que ele não tinha ideia para onde iria. Sorri e então levei a maçã a boca dando uma mordida enquanto caminhava.
- Peter? - Repeti de novo, e eu já estava começando a pensar que estava parecendo retardada. – Não parece muito nome de elfo.. – Conjecturei para mim mesma, dando outra mordida na maçã. Suspirei olhando de soslaio para ele, vendo-o com as mãos dentro do bolso, como uma criança que esta morrendo de vontade de sair para brincar com as outras, mas a vergonha lhe impede.
- Que tal o seguinte... – Comecei, mordendo a maçã suculenta, e então a joguei em algum caixote velho na rua. - ... Eu te levo para um tour em Mohag.. E você me conta o que um elfo, como você, faz por Mohag. Trato? – Perguntei, parando em sua frente e estendo a mão para um aperto de mãos formal demais para a situação, claramente brincalhona, o olhando nos olhos enquanto esperava sua resposta.
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Re: [RP] The Fountain

Mensagem por Peter W. Hunt em Ter Jan 29, 2013 11:04 am


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Post #002 ♦ Agatha B. Diggory ♦ Mohag

- Fargorn? Nunca conheci um elfo antes! - Ela disse, e o simples comentário me fez rir. Aquela garota era obviamente uma wäzury, mas parecia não saber muito sobre o mundo fora de Etherya, ou mesmo fora daquele comércio.

- Na verdade, eu sou meio-elfo... - Disse, baixo, o fato me lembrando de minha mãe e me fazendo suspirar, sem continuar a frase.

Talvez ela não tivesse ouvido, mas o fato era que ela logo teceu um comentário sobre meu nome e me fez rir novamente. Nunca havia pensado nisso antes; Peter realmente não soava como um nome élfico, mas eu gostava do meu nome.

Me distrai enquanto observava sua beleza, e então observei enquanto ela mordia a maçã e mudava de assunto.

- Que tal o seguinte... Eu te levo para um tour em Mohag... E você me conta o que um elfo, como você, faz por Mohag. Trato? - Ela disse, e eu quase me engasguei em oxigênio. Um tour pela cidade... com uma garota? A firmeza no meu corpo foi brevemente cessada, enquanto meu coração batia rápido, e eu suspirei, assentindo e segurando a mão que me foi erguida, apertando-a.

- Tudo bem... - Disse, mais uma vez me deleitando na beleza descomunal daquela garota, seu jeito divertido me gerando dúvidas e leves temores.

No fundo, todavia, eu achava que aquele era meu dia de sorte.

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