Tempo

Dia: 20

Mês: Agosto

Ano: 1706

Clima: Claro / Lua Cheia

Temperatura: 31º - 14º

Previsão: Mar agitado.

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[MS] The Bones of Mr. O'Speckhart

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[MS] The Bones of Mr. O'Speckhart

Mensagem por Aahron N. Golwenvaethor em Sex Jan 18, 2013 12:52 am



MS #001

Esta é uma missão Story Mode, para Devon Di Rosier e Brittany L. Quinzel, que acontece em Hallen, no dia vinte de agosto de 1706, por volta das nove horas da noite.

Do outro lado das fortalezas de Etherya, os wäzurys perambulam pela noite, acordados, planejando sua guerra e sua defesa. Dois guerreiros são recrutados para, silenciosamente, invadir os acampamentos inimigos e assassinar John Farweist Gunther O'Speckhart, um dos mais brilhantes estrategistas e capitães do exército azul. A tarefa é extremamente complexa e perigosa, visto que diversos soldados se põe à frente da barraca do capitão, porém lucrará muitos prêmios se for bem efetivada.

(Lembrem-se de desenvolver a história, fazendo posts concisos e realísticos. Batalhem, descrevam a invasão, e façam vários posts. Leiam o tutorial.)
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Re: [MS] The Bones of Mr. O'Speckhart

Mensagem por Devon Di Rosier em Sex Jan 18, 2013 5:42 am


The Rosier Murderer!


Love song for Poor Hallen.



Prólogo

ㅤ ㅤMesmo quando criança, Devon não conseguia se simpatizar com outros Turyans. Embora tivesse aprendido a respeitar o intelecto poderoso de ambos, aquelas maneiras gélidas sempre lhe pareceram desumanas - e realmente eram - a antítese exata do comportamento caloroso de Gehenna. Rosier buscava na ideologia a lógica imaculada; seus deuses, o deslumbramento espiritual. Será que eles existiam mesmo? Que as preces do garoto sejam atendidas antes de se sobrepor em um reino de alados e inimigos com a mesma ideologia mas com outro tipo de ambição. E, no entanto, por estranho que fosse, sempre parecera existir um tácito respeito entre as duas raças. Alguém explicará a ele que o gênio aceita outro gênio incondicionalmente. - Gênio - pensou ele. Por uma súbita vontade em um momento, Devon teve a impressão de estar entrando em uma espécie de asilo de loucos demoníacos, mas na realidade, aquele lugar era somente o outro lado da face. Se eu pudesse voltar no tempo, se eu pudesse fazer minha escolha novamente; Eu estava olhando para um relógio, tentando empurrá-lo de volta.
Fim de Prólogo.


20 de Agosto de 17O6 ─ 16:3O

ㅤ ㅤManhã de domingo surgiu e me arrastou para fora da cama, um pouco menos adormecido. Eu estava aquecendo todas as partes frias da minha cabeça em copos e xícaras de chá.No inverno eu me pergunto como é estar em outro lugar, estar em qualquer lugar exceto aqui. Se eu sair e não voltar eu espero que as vendas continuem fiquem cheias de pessoas fazendo móveis, e que ainda o rio corra limpo. Pensou longe, a manhã caiu, distante disso ele voltou a dormir, onde eu estava atrasado, onde eu parecia fora do lugar. Manhã de domingo, ritmo firme, pés nervosos se dirigindo às portas da igrejas mas decidiu não entrar, passou direto. Tempo antes, antes mesmo de sair de sua casa, tinha se deparado com um velho, provavelmente da realeza ele dizia que o rei havia me recrutado para uma missão, assentiu e seguiu até lá. E então novamente se deparou com a igreja em seu meio caminho, e havia pensado - há graciosidade em uma torre de igreja caindo. - chegou ao castelo, os guardas liberaram a passagem abrindo aquela enorme porta, já la dentro seguiu até a sala dos mensageiros do rei. ─ Mmm... Eu sou Devon, Rosier. ─ ouve uma pausa e os mensageiros se aproximaram, e abriram um pequeno pergaminho com escritas à mão por um dos mensageiros, com a mensagem do rei. - Devon Di Rosier e Brittany Quinzel, precisamos de vocês para o benefício e defesa de Gehenna, as oito horas vocês vão ser guiados até o outro lado das fortalezas de Etherya, mas não vão invadir e causar desordem, e sim, de forma mais discreta e silenciosa possível, vocês vão invadir o acampamento inimigo dos Wäzurys e assasinar John Farweist G. O'speckhart, o estrategista que valida todos os movimentos de seu exército, ele também é o capitão do exército, e onde ele está agora vive em constante escolta, essa é uma tarefa muito perigosa, vocês não vão ser obrigados a realiza-lá, mas caso o façam, será de grande ajuda para o reino Turyan, e iremos dar à vocês grandes recompensas. Atenciosamente, Imperador Dimitri L. Mevth. - a ausência de palavras preencheu o local, e de fato o garoto ia embarcar nessa missão, e não iria sozinho. Tinha uma parceira. Fechou o pergaminho e o devolveu aos mensageiros, e saiu em direção de sua casa, e as oito horas iria estar esperando sua parceira e escolta até o outro lado da fortaleza.


E ele disse "menino, junte suas coisas, faça delas madeira e faça delas pedra, e te construiremos uma casa. Não há mais nenhum abrigo. ㅤ ㅤ



ㅤ ㅤJ
á passava das sete, ─ Muito bem ─ murmurou enquanto fechava seu coldre, ficou parado por algum tempo. Então, respirando fundo, encaminhou-se para os portões de Gehenna, seus olhos seguiam o oeste, já estava noite e ele já sabia o caminho até lá. Fez-se um silêncio pesado dali até a fortaleza de saída do reino de Turyan, os céus pareciam chorar com a pequena chuva que caiam; O influente garoto que brincava de ser menestrel nas horas vagas, também cultivava habilidades que engradeciam sua mente e sua experiência em batalha, era contemporâneo e um pequeno sábio que os aficionados por guerras o treinaram em uma boa época, mas as maior partes de suas habilidades ele desenvolveu sozinho. Já estava nos portões e poderá ver dois senhores segurando a rédia de dois cavalos, era os de Devon e Britanny, de qualquer forma os informantes e estrategistas ainda não chegaram, somente Devon; Escolheu seu cavalo a dedo, e ficou aguardando os homens que iriam dar todas as cordenadas e passar uma estratégia básica para que possam desenvolver futuramente, e também ansioso para conhecer sua parceira nessa missão.








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Re: [MS] The Bones of Mr. O'Speckhart

Mensagem por Brittany L. Quinzel em Dom Jan 20, 2013 5:17 pm



Another fucking mission
| Just kill them all and get the fuck off. |
O atrito entre os metais já não lhe incomodava os ouvidos como antes, agora não passiva de um som de sua rotina; um som tão comum quanto o de seus passos à terra numa caminhada. Apesar disso, naquele momento o tilintar das espadas causava um som tão agudo que poderia ser capaz de trincar vidraças facilmente, tornou-se um som perigoso e extremamente irritante. Ela tentou gritar, mas faltava-lhe voz, algo tirara isso dela. Ela tentou parar de manusear a espada, no entanto suas mãos calejadas e repleta de cortes já não lhe respondia. Nada fazia sentido, nada era comandado por ela. Seu corpo já não era seu. Sua vida já não era sua. Um calafrio percorreu sua espinha e antes mesmo de algo acontecer ela já previra o que se seguiria. O chão tornou-se um nevoeiro negro e denso, os sons se amenizaram, porém continuavam a ferir-lhe os ouvidos. Um frio repentino preencheu o local enquanto suas feridas queimavam ao extremo. Uma voz soou pelo lugar num tom calmo e macabro; uma voz conhecida e que ela um dia esperava nunca mais ter que escutar. "Tente não morrer no trabalho de hoje, bastarda inútil."


Ela acordou suada e com uma ligeira dor de cabeça que costumava sentir depois de pesadelos ou sonhos que envolviam Ele. Levantou-se da cama num pulo e foi arrumar-se, enquanto a lembrança do sonho/pesadelo passava por sua cabeça vez ou outra. Colocou a armadura simples que costumava vestir e a sua espada na bainha. Seus claros olhos fitaram o espelho por um momento antes de sair em direção à rua.

Seus passos pela rua faziam um som calmo que ela já era acostumada. Não estava com pressa de ir à lugar algum, e mesmo se estivesse duvidava que caminharia de forma diferente. Um mensageiro real veio de encontro à ela; Brittany sabia o que viria em seguida, e a ideia de nada a agradou. Deu um suspiro exasperado e ergueu a mão a frente pedido para que o homem se calasse quando este abriu a boca para falar.

É algo realmente importante? Sua voz como sempre estava carregada de arrogância.

O homem arregalou os grandes olhos e gaguejou um sim diante da esnobe pergunta lhe feita. Brittany fechou os olhos suspirando e cruzou os braços sobre o peito. Fez um gesto com a mão direita como quem diz 'prossiga'.

Devon Di Rosier e Brittany Quinzel, precisamos de vocês para o benefício e defesa de Gehenna. Ela revirou os olhos diante à frase que basicamente dizia que eles obrigados a ir em tal missão. Às oito horas vocês vão ser guiados até o outro lado das fortalezas de Etherya, mas não vão invadir e causar desordem, e sim, de forma mais discreta e silenciosa possível, vocês vão invadir o acampamento inimigo dos Wäzurys e assasinar John Farweist G. O'speckhart, o estrategista que valida todos os movimentos de seu exército, ele também é o capitão do exército, e onde ele está agora vive em constante escolta, essa é uma tarefa muito perigosa, vocês não vão ser obrigados a realiza-lá, mas caso o façam, será de grande ajuda para o reino Turyan, e iremos dar à vocês grandes recompensas. O mensageiro parou e fechou o pergaminho fazendo um gesto formal e de cordialidade e retirando-se dali. Ótimo, pensou ela, não poderia ser melhor…


Os grandes portões de Gehenna foram abertos para que ela saísse. Ela não estava animado com a situação e não fingiria estar. Esperava que, pelo menos, o tal Devon que fora citado como um parceiro de missão fosse no mínimo alguém treinado e realmente bom para tal tarefa, caso contrário seria um grande desastre toda aquela situação.

Quando já perto do ponto de encontro ela avistou ao longe dois homens sem armaduras que seguravam as rédeas de dois cavalos que pareciam ser os que os levariam ao seu destilo. Havia um terceiro que se portava e trajava vestes dos guerreiros de Gehenna, assim como a dela. Ela aproximou-se, tomando o lugar do homem que segurava as rédeas de um dos cavalos. Ele curvou-se levemente, um gesto formal normalmente feito, e saiu de lá. O cavalo que segurava era branco e tão calmo que parecia estar entediado, como ela. O olhar de Brittany passou do cavalo para o homem ao lado olhando-o de cima a baixo numa analise silenciosa. Não ficou tão satisfeita com o resultado adquirido de sua rápida análise, mas esperada que ele superasse as expectativas que ela tivera no momento, caso contrário a última coisa que ambos veriam seriam aquelas asas brancas malditas e suas espadas cintilantes mutilando seus corpos.

O olhar cruel e vazio da mulher direcionou-se à frente, esperando que os estrategistas chegassem logo, não gostava de esperar, muito menos quando em uma missão.


Post number I | wearing a armor | notes não revisei, desculpa se houver erros. | 802 words


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