Tempo

Dia: 20

Mês: Agosto

Ano: 1706

Clima: Claro / Lua Cheia

Temperatura: 31º - 14º

Previsão: Mar agitado.

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[MS] The Death's Melodie

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[MS] The Death's Melodie

Mensagem por Aahron N. Golwenvaethor em Qua Jan 16, 2013 11:37 pm



MS #001

Esta é uma missão one-post, para Devon Di Rosier, que acontece em Therenia, no dia dezenove de agosto de 1706, por volta das sete horas da noite.

Tropas de elfos foram localizadas em Therenia, e os bastardos provavelmente estão prontos para atacar. É imprescindível que eles sejam abatidos, mas uma equipe inteira causaria muito estardalhaço. Mate-os com discrição, e deixe seu violão em casa. Essa é uma tarefa para um guerreiro, não para um bardo.
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Re: [MS] The Death's Melodie

Mensagem por Devon Di Rosier em Qui Jan 17, 2013 2:24 am


The Rosier Murderer!


Hovering in the deep.



FlashBack

18 de Agosto de 17O6 ─ 22:OO.

Ambição; Todo mundo quer uma razão para tudo. É muito mais fácil botar a culpa em alguém ou alguma coisa, eu sempre lutei contra a raiz do problema, tem sido a minha ausência ou a falta constante de defesa? Eu nunca passei muito tempo tentando encontrar uma solução. Eu acho que percebi que dói por uma razão, eu acho que é por isso que eu sempre acabei escrevendo melodias na gaita-de-boca e em um bandolim de quatro cordas. Não apenas nas melodias, mas nas notas no meio, e eu acho que é por isso que minhas melodias são assombradas. Para todas se auto examinarem. Acho que a coisa foi pelo fato de me desligar de tudo, nunca tive amigos, não me importo com família e minhas próprias ambições, de pelejar. Eu simplesmente me desliguei de tudo para ser literalmente, um demônio auto-destrutivo, egocêntrico, mas eu não sabia se eu tinha total controle sobre isso, e eu não tenho certeza se isso importa mais. Às vezes as coisas acontecem e você não pode fazer nada, além disso, eu sou o único que lida com isso de qualquer forma.

Mas olhando para trás eu talvez nunca tenha me esforçado o suficiente, e é minha culpa.
Talvez nunca tenha tentado de verdade, a ambição ainda é maior, afinal, sou um Turyan também.


19 de Agosto de 17O6 ─ 19:2O.

Ouvi estrondos, vindo do núcleo próximo a Therenia, corri até lá para ver oque era. Seu coldre e sua bainha cobriam uma lâmina branda, faria jus usa-lá nesse momento, ninguém mais havia visto oque acabará de ver o púbere. Uma tropa cintilante de guerreiros, grande parte loiros e com trajes verdes, sem dúvidas eram elfos, como pensado alertar o exército de Gehenna ia causar muita bagunça, uma tarefa que o púbere pensou que poderia resolver só.


FlashBack Off


ㅤ ㅤRosier irrompeu ás pressas pelo lado que se mantinha na floresta. O ar fresco fluiu para os pulmões do híbrido como se fosse uma droga inebriante. Os pontos vermelhos em sua vista sumiram rapidamente. A vontade de pelejar, todavia, não sumiu. Ele acabara de se tornar cúmplice de sua própria vontade, uma relíquia pertencente a si. Não que ele pudesse escutar o vento, mas era também um impasse para ele mesmo, e eles diziam - peleje, guerreie, destrua-os - uma vontade inerte surgiu em sua mão e empunhou a lâmina de dois gumes. ─ Depressa Devon, pense em algo. ─ disse à si mesmo segurando a haste da espada. Esticava a perna a cada impulso, mas ele procurava bloquear a vontade de agir pelo mesmo. Havia um pêndulo minúsculo como cordão em seu pescoço, ele sempre incentivava o garoto, mas não era nada mais do que confiança em si próprio. Houve um instante de incerteza, de ausência de peso. Na obscuridade da floresta com dezenas de elfos, Devon estava em pé diante de uma cidreira, o ruído dos galhos faziam a súbita vontade de sair dali e atacar todos de uma vez só aumentar, mas sabia que era um suicídio. Os elfos trocaram olhares confusos, um deles tirou uma flecha de aljava e quase equipou no arco. Se todos decidirem atacar ao mesmo tempo, a chance de acabar silenciosamente com aquilo ia se adiar, ainda observando, pode se ver guardas de Gehenna se aproximando, seis, era os que não estavam comendo ou arrotando nos confins do reino, esses demônios astuciosos. Conseguiram combater alguns elfos, e com várias cutiladas aéreas derrubaram uma pequena parte deles, mas eles foram surpreendidos quando foram presos em redes de cetim e mortos esquartejados por outros elfos que carregavam machados, tinham dois de pés ainda e na tentativa frustada de correr de volta para o reino foram atingido por dezenas de flechas pelas costas enquanto corriam desesperadamente. Rosier respirou fundo. Ainda não tomara nenhuma atitude sequer e ele notava que havia uma nova austeridade no púbere, como se tivesse chegando a um momento decisivo.

ㅤ ㅤExplodira uma peleja falha á pouco na floresta. A mata irrompera em um frenesi agressivo. Os elfos mais hábeis com acrobacias pelos ares e manuseamento em seus arcos tomavam uma posição estratégica, outros equipavam suas adagas e cimitarras de uma geração élfica com um nervosismo de soldados armando-se para uma batalha. E apenas uns 200 metros de distância de Devon, dentro das grossas paredes frontes do reino de Gehenna, o clima estava sereno, pensou em ir e contatar o exército, mas como eles eram astuciosos seria capaz que aquela pequena invasão que os elfos subestimaram se torne um caos enorme, com logo depois que forem abatidos, demônios invadindo o reino deles e outros, e dessa forma seria também possível que outros reinos se aliem e decidam pelejar junto contra os demônios, e assim deixando toda a raça em desvantagem, pelo menos Devon teve um ponto crítico bem severo. Oque tranquilizava o Rosier, era saber que ainda não foi visto, a despeito de seu treinamento em batalha, o híbrido foi acometido por uma onda de sensitividade ao ouvir um grito de guerra dos elfos, com o coração acelerado tirou de seu coldre a espada, ao fazê-lo, porém, estacou. Seu olhar parou em algo no outro lado. Não poderia ficar ali atrás daquela arvore pra sempre, Gehenna significava literalmente "cidade dos demônios", o colossal reino de guerra, estava em seu próprio reino, em sua floresta vizinha, decidiu agir.

ㅤ ㅤ─ O menestrel ataca, suas melodias agora cantam em sua lâmina. ─ Bradou o espadachim e correu à floresta, aderiu, observou quantos elfos haviam e de qualquer forma já tinha uma ideia de quantos eram, o sol estava poente e o vespertino luar estava quase pronto, voltou para o inicio da floresta para ver até onde os elfos iriam para guardar pronte ou aonde iam estabelecer guarda e esperar para atacar, haviam dezenas deles, era uma tropa e uma tropa não haviam menos que trinta soldados, assentiu o púbere e gotejou de suor, sua saliva descia asperamente por sua garganta, sua orbe estalava enquanto sentia um puxão no umbigo, recuou alguns passos e abriu sua vestimenta, dois pares de asas cortavam o ar nesse momento e sua espada era puxada de seu coldre com um movimento leve, era o jovem Turyan contra os elfos, seria um prazer dizimar cada um deles e guardar suas orelhas em um vidro de conservas. Alçou vôo, estava alguns centímetros do chão apenas para não fazer barulho nas folhas secas no solo, pois ele sabia mais que ninguém que elfos escutariam dois esquilos roendo uma noz á quilômetros, sim foi exagero, mas ainda sim a capacidade de audição deles eram incríveis, ainda mais em uma floresta; Ainda alçando vôo e com sua espada empunhada na mão destra em nenhuma posição nem de ataque e nem de defesa, para poder se aproximar, sua capacidade de voar ia ser bem útil para amenizar o alcance das flechas e desvia-las com mais sucessos.

ㅤ ㅤ

ㅤ ㅤ Agora em uma altura maior o híbrido observava por cima os armamentos da tropa, seria uma espada contra aljavas cheia de flechas, em cima de um pinheiro se estabelecia como um corvo e ele não se destacava por estar no meio dos galhos floridos dos pinhais, este continuou transpassando de arvore em arvore até conseguir uma posição traseira diante dos soldados, sim, nesse momento ele já estava nas costas deles; Não que o Rosier fosse covarde, mas seria burrice atacar por frente quando se tem dezenas de elfos arqueiros com flechas apontadas para o primeiro que passar, estavam todos em continência e nem se quer ouviram o bater de asas de Devon que se aproximava por trás dos elfos que na parte de trás estavam empunhando arcos, todavia, pelo ar podia manusear sua lâmina com mais agilidade assim que suas asas deixassem a gravidade ao seu favor.

ㅤ ㅤ Á despeito das tochas que os elfos carregavam no despir da noite, já estava escuro e as luzes brilhante na mão dos 20 elfos os destacavam, estavam tentando chamar a atenção de poucos Turyans, esse era o plano deles, acabarem com a guarda e depois com os soldados do núcleo, assim visariam derrubar a estadia do reino, e eles vieram com apenas trinta elfos, era realmente um insulto a capacidade deles. Parecia um conclave, porém com elfos, e começara de uma forma muito pouco auspiciosa. O ar tornavam-se menos estáveis a cada batida de asas que cortavam os ares, sua visão da tropa, entretanto, ficava melhor a cada etapa. E ele continuou a desce em direção do solo. Obrigava os olhos a traçar a linha de seu trajeto pouco à pouco para poder derrubar a tropas de elfos absolutamente sozinho, emergiu dos ares e novamente cortou o ar e vôou em direção dos elfos que carregavam os arcos, já estava de noite e eles não estavam olhando para cima, onde Devon se localizava pairando e nesse momento indo atacar aqueles seres. Desferiu os primeiros golpes com sucesso, e sem chamar tanta a atenção, mas era como um dominó porém mais lento e a cada momento que os elfos tomaram conta de que estavam os atacando por trás e pelo alto e também pelos ares, tomavam atitudes de peleja surpresas e apontava os arcos sem ter tempo de mirar e lançavam flechas que ainda pelo ar o garoto conseguia desviar com alguns movimentos mais hostis e perigosos, desceu ao solo e com sua desferia dava várias cutiladas aéreas e por um momento bloqueou outras flechas de elfos com o corpo de um dos guardas Turyans já morto ali, agora haviam nada mais que oito elfos.

ㅤ ㅤ E o Rosier avança em sua capacidade de peleja sem saber, sua única vontade súbita era de manter seus reflexos para conseguir se manter de pé até acabar com aquela que agora estavam em menor número, procurou se afastar um pouco do perigo, contando que a maioria dos arqueiros já estavam mortos e que haviam agora somente os elfos que guerreavam com suas adagas e cimitarras, e se todos tentassem atacar o híbrido de uma só vez, seria uma enorme desvantagem, e se ficasse pelos ares eles iam ter tempo de se armarem novamente. - se eu pegar outra espada e avançar em uma cutilada aérea em meio solo, vou poder ter uma vantagem ainda. - pensou o menestrel enquanto alçava vôo e pega uma espada alheia no chão, voou em uma altura de sete metros no ar e desceu com o impulso da gravidade a seu favor, como uma águia fazendo a aterrissagem para abater uma presa, porém agora Devon empunhava duas espadas e com essa cutilada em um ritmo improvisado desferiu vários golpes e atingiu quatro dos elfos que estavam ali, os outros conseguiram parar o ataque pelos ares bloqueando sua passagem com seus machados, e o que restou foi ricochetear com as espadas, caiu ao chão e nesse momento atacou contra o ar visando acertar a altura do tórax de seus opositores, logo levantou-se e tomou espaço para se posicionar em batalha, mas nesse momento, os outros dois elfos que haviam sobrados se cambalearam e correram em meio a floresta e se perderam na escuridão da mata, mesmo sendo elfos.

ㅤ ㅤAbaixou as espadas, e jogou a que tinha pegado no chão e a lançou contra o solo, e sua espada ele guardou em seu coldre, seus ombros caíram e ele sentiu algo quente escorrer em suas mãos, seu sangue. Não pode ver de onde era o ferimento, e nem se quer havia sentido que foi atingido, seu sangue estava quente e agora ele estava de pé ao redor de vários cadáveres, alguns ainda vivos mas com cortes extremos que o fariam morrer por perda de sangue em pouco tempo. O sangue de sua espada respingava no chão, quebrou o silêncio com seus passos e virou-se caminhando exausto de volta para Gehenna, suas asas também arrastavam no chão. Demorou alguns minutos andando no solo macio da grama, até pisar no solo hostil cheio de pedras do reino, quando os guardas destrancaram a porta, o menestrel sentiu a ambição fluir em suas veias, exatamente como antes, ele já era um guerreiro. Muito tempo antes. O híbrido sentiu-se renascido e entrava em sua casa, no reino perdido, as curandeiras eram muito mais hospitalares que os Turyans, e ainda de bom grado - que até surpreendeu - encarregaram-se de enfaixar seu braço com cortes da peleja. Tinha suportado todos aqueles elfos sozinhos, talvez tivesse orgulhoso, mas não demonstrava. Já se sentia amortecido pelo cansaço, uma vertigem que o arrastava.

Odeio elfos. e então dormiu.








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Re: [MS] The Death's Melodie

Mensagem por James Källin Albion em Qui Jan 17, 2013 4:25 pm


Missão Finalizada!


Devon, li sua missão 2 vezes. As palavras vistas nela, raramente são usadas por outros users, o que me faz ter que validar corretamente.

Pra ser honesto, parabéns. Fiquei impressionado com seu trabalho. É claro que achei alguns erros, como alguns parágrafos que podiam se dividir em dois. Fora, isso, está tudo ok.

Leveis: 7.
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Re: [MS] The Death's Melodie

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